Vigilantes presos por tortura e homicídio em Sorocaba, dono de empresa de segurança detido após vítimas amarradas, torturadas por 6 horas e lançadas por muro

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Investigação da Deic aponta que vigilantes presos por tortura e homicídio em canteiro de obras de Sorocaba agiram após suposta invasão, há imagens e testemunhas

Três homens foram detidos sob suspeita de envolvimento em um caso de violência extrema em um canteiro de obras de Sorocaba.

Segundo a apuração, as vítimas foram capturadas, amarradas e submetidas a agressões por horas, com uma das pessoas vindo a óbito no local.

As informações sobre prisões, imagens e depoimentos que sustentam a investigação foram divulgadas pela polícia, conforme informação divulgada pelo g1.

A dinâmica do crime

De acordo com a investigação, após uma suposta invasão ao canteiro, as vítimas foram capturadas pelos vigilantes que faziam a segurança do local.

As pessoas foram amarradas e, conforme relato oficial, torturadas por seis horas consecutivas, o que resultou na morte de uma delas, segundo os elementos reunidos pela polícia.

Pela manhã, ainda conforme as apurações, os vigilantes jogaram as vítimas por cima do muro da propriedade, atitude que motivou a abertura do inquérito.

Operação e prisões

A Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes e Crimes (Deic) reuniu imagens em que os suspeitos aparecem praticando as agressões, além de depoimentos de testemunhas que confirmaram a dinâmica dos fatos.

Durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão, os agentes localizaram uma arma falsa que teria sido utilizada para render as vítimas, item que integra o conjunto de provas recolhidas.

Entre os detidos está o proprietário de uma empresa de segurança, que, segundo a investigação, teria participado diretamente do crime, após o canteiro estar sob vigilância de sua empresa.

Provas e elementos que sustentam a investigação

As provas apontadas pelas autoridades incluem imagens, depoimentos e o achado da arma falsa, o que, segundo investigadores, contribui para a reconstrução dos fatos.

Imagens e testemunhos, reunidos pela Deic, são citados como cruciais para demonstrar a participação dos vigilantes, e para embasar as prisões temporárias e pedidos à Justiça.

Situação processual dos suspeitos

Os três suspeitos permanecem presos e estão à disposição da Justiça, conforme informado pelas autoridades responsáveis pela investigação.

O caso segue em apuração, com a polícia recolhendo mais elementos para complementar o inquérito, e a Justiça definindo as medidas cabíveis com base nas provas apresentadas.

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