Caso da família Aguiar: delegado afirma que falso testemunho foi comprovado, investigação é tratada como feminicídio e PM Cristiano Domingues Francisco está preso

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Delegado diz que depoimentos falsos e apagamento de dados dificultam elucidação do caso da família Aguiar, investigação segue por feminicídio e duplo homicídio

O caso da família Aguiar, marcado pelo desaparecimento de Silvana, Isail e Dalmira desde janeiro, segue com movimentações na investigação, e a polícia já afirmou ter comprovado falsos testemunhos, conforme informação divulgada pelo g1.

As chances de encontrar os três com vida são consideradas remotas, e a prisão temporária do policial militar Cristiano Domingues Francisco permanece em vigor desde 10 fevereiro, enquanto a apuração avança sobre elementos de fraude processual e destruição de provas, conforme informação divulgada pelo g1.

Na investigação, há indícios de motivação ligada a desavenças pela guarda do filho e a questões patrimoniais, e a polícia busca esclarecer a participação de terceiros que teriam mentido ou apagado registros, conforme informação divulgada pelo g1.

Provas e declarações da investigação

Segundo a apuração, foram encontrados vestígios de sangue na casa de Silvana, e o celular dela foi achado, após denúncia anônima, escondido sob uma pedra em um terreno baldio próximo à residência dos pais, conforme informação divulgada pelo g1.

A perícia também constatou que a publicação que indicava um acidente em Gramado, na data em que Silvana foi vista pela última vez, não condizia com os dados do aparelho, e a postagem teria sido usada para despistar o desaparecimento, conforme informação divulgada pelo g1.

Falso testemunho e ações de terceiros

O delegado afirmou, de forma direta, “Falso testemunho já está comprovado“, sobre a participação de um amigo do principal suspeito, que teria dado álibis falsos a pedido da atual companheira do PM, conforme informação divulgada pelo g1.

Além desse caso de falso testemunho, três pessoas ligadas ao PM passaram a ser investigadas por suspeita de fraude processual e falso testemunho, porque teriam apagado dados em dispositivos e deletado imagens de câmeras, elementos que, segundo a polícia, atrapalham as apurações, conforme informação divulgada pelo g1.

Sobre os interrogatórios, o delegado relatou que “Eles já foram interrogados e pregressados, que é quando informamos das descobertas e da condição que eles passaram a ter na investigação”, frase que aponta mudança de condição processual dos investigados, conforme informação divulgada pelo g1.

Motivações apontadas e contexto familiar

A investigação considera como possível gatilho do crime, se confirmado, a intenção de Silvana de buscar medidas judiciais contra Cristiano, incluindo questões relativas à guarda do filho, e também examina a disputa por bens da família, que incluíam imóveis e casas de aluguel, conforme informação divulgada pelo g1.

O delegado afirmou que havia indícios de que, em caso de morte de Silvana e dos pais dela, os bens, numa sucessão, poderiam tornar-se propriedade do neto, o que está sendo avaliado entre as linhas de investigação, conforme informação divulgada pelo g1.

Repercussão, linha do tempo e próximos passos

Parentes e moradores organizaram protestos cobrando respostas, com uma amiga da família afirmando, na rua, “A gente aguentou até agora, a gente esperou até agora, Respeitamos o tempo da polícia para averiguações das provas, para inquérito, tudo, Mas hoje são 64 dias sem respostas”, citação que reflete a frustração da comunidade, conforme informação divulgada pelo g1.

Na cronologia do caso, denúncias de desaparecimento foram formalizadas entre 27 e 28 de janeiro, e perícias apontaram achados importantes entre início e meados de fevereiro, incluindo a localização do celular e a coleta de material na casa dos pais de Silvana, conforme informação divulgada pelo g1.

O policial Cristiano foi preso temporariamente em 10 fevereiro, após quebras de sigilo apontarem movimentações suspeitas, e deve ser ouvido novamente antes da conclusão do inquérito, segundo a polícia, conforme informação divulgada pelo g1.

A investigação prossegue com busca por evidências materiais e por esclarecimento das versões contraditórias apresentadas por envolvidos e testemunhas, enquanto a polícia trata o caso da família Aguiar como feminicídio e duplo homicídio, conforme informação divulgada pelo g1.

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