Criança de 10 anos morre atropelada na RJ-122, moradores fecham quilômetro 17 e exigem passarela, calçada e acostamento em Guapimirim

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Protesto fecha trecho da RJ-122 no km 17 após menina de 10 anos morrer ao atravessar a pista sem passarela, moradores cobram ações urgentes da prefeitura e segurança para pedestres

Moradores de Guapimirim fecharam a RJ-122, na altura do quilômetro 17, na manhã desta quinta-feira, em protesto pela morte de uma criança no local.

A menina de 10 anos foi atropelada e morreu no local no fim da tarde de segunda-feira (30), segundo relatos de moradores e testemunhas que acompanharam o caso.

Testemunhas informaram que ela voltava de uma cachoeira com a avó e a irmã, que também é pequena, e que, ao atravessar a pista, ela correu e acabou atropelada por um carro que passava, conforme informação divulgada pelo g1.

O que ocorreu no local

De acordo com relatos de testemunhas, a criança seguia com a avó e a irmã quando decidiu atravessar a pista e foi atingida por um veículo em movimento.

O Corpo de Bombeiros informou que o quartel de Cachoeiras de Macacu foi acionado às 18h e que a criança morreu no local. O corpo dela foi levado para o Instituto Médico Legal de Nova Friburgo, conforme informação divulgada pelo g1.

Moradores apontam que o trecho é usado por pedestres que se deslocam a pé para o centro de Guapimirim, e que não há estrutura adequada para travessia.

Reivindicações dos moradores

Durante o protesto, moradores reclamaram que no trecho não há calçada, acostamento nem passarela, e cobraram da prefeitura ações para resolver esses problemas estruturais.

Segundo quem participou do bloqueio, outras mortes já aconteceram no local, e a sensação de risco é constante, por isso houve pressão por soluções imediatas.

Impacto e cobranças à prefeitura

Além da exigência por passarela, a comunidade pede sinalização, redução de velocidade e a criação de acostamento e calçada, para garantir a segurança de quem circula a pé.

Moradores afirmam que a ausência de infraestrutura transforma a travessia em ponto perigoso, e que medidas da prefeitura são necessárias para evitar novas tragédias.

Próximos passos

O protesto busca visibilidade para o problema e pressiona por respostas rápidas das autoridades locais e órgãos responsáveis pela rodovia.

Até o momento, não há informação sobre medidas concretas anunciadas pela prefeitura ou prazos para intervenções no trecho, conforme informação divulgada pelo g1.

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