terça-feira, abril 21, 2026

Assassinatos e crimes não vão parar as Forças Armadas do Irã, afirma líder supremo após morte do general de Inteligência e aumento das tensões com os EUA

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Líder supremo garante que as Forças Armadas do Irã continuarão sua missão apesar de ‘assassinatos e crimes’, enquanto declarações de Trump sobre iranianos e ataques a infraestrutura elevam risco diplomático

O líder supremo do Irã afirmou que “assassinatos e crimes” não vão deter as Forças Armadas do país, em mensagem de luto pela morte do general Majid Khademi, chefe de Inteligência da Guarda Revolucionária.

A morte de Khademi foi anunciada por Israel e classificada como “terrorismo” por Motjaba Khamenei, segundo relatos sobre a reação oficial iraniana.

O episódio ocorre em meio a trocas de declarações ásperas com os Estados Unidos, incluindo falas do presidente Donald Trump sobre os iranianos e ameaças contra infraestrutura civil, conforme informação divulgada pelo g1.

O recado do líder supremo e a resposta interna

Ao lamentar a morte do general, o líder supremo enfatizou que as Forças Armadas do Irã manterão suas tarefas e não serão paralisadas por atos que o governo descreve como criminosos.

A caracterização da ação como “terrorismo” por autoridades iranianas reforça a narrativa oficial de que ataques direcionados a militares ou agentes de inteligência são parte de uma campanha para desestabilizar o país.

Declarações de Trump e aumento da tensão

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao ser questionado se atacaria estruturas civis do Irã, disse, segundo relatos, “Não, porque eles são animais”, e, ao falar sobre a possibilidade de alvejar infraestrutura civil, afirmou “Não estou preocupado sobre os alertas por alvejar infraestrutura civil (no Irã)”.

Trump também disse que, se pudesse escolher, tomaria o petróleo do Irã, e afirmou ter rejeitado uma proposta de cessar-fogo mediada pelo Paquistão, dizendo que o texto “foi um ato significativo (por parte do Irã), mas ainda não bom o suficiente”.

Em postagem nas redes sociais, o presidente ameaçou atacar infraestrutura civil caso Teerã não reabra totalmente o Estreito de Ormuz até a data-limite indicada, e em outro momento usou palavrões ao se referir ao Irã, chamando o governo de “bastardos malucos”.

Riscos legais e humanitários

Autoridades iranianas e observadores internacionais lembram que normas do direito internacional proíbem ataques a alvos civis em conflitos, e que ataques desse tipo podem ser considerados crimes de guerra, sujeitos a julgamento por tribunais internacionais.

O governo do Irã expressou preocupação de que as declarações e as ameaças americanas possam configurar violações do direito internacional, enquanto analistas apontam que escaladas retóricas aumentam o risco de incidentes que afetam civis e comércio global.

O cenário adiante

Com as Forças Armadas do Irã afirmando continuidade nas operações e com declarações contundentes de Washington, a situação segue com alto potencial de escalada, e em meio a isso circulam pedidos por mediação e cautela diplomática.

Fontes citadas nas informações iniciais registram decisões e reações de ambos os lados que tornam o momento particularmente tenso, e acompanham-se sinais de mobilização política e militar que podem influenciar negociações futuras.

Equipe ViralNews
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