Relatos apontam que o A-10 Thunderbolt II caiu próximo ao Estreito de Ormuz com apenas o piloto a bordo, equipes de resgate atuaram na região enquanto autoridades avaliam o episódio
Três eventos com aeronaves americanas marcaram o dia na região, e o episódio com o A-10 aumentou a tensão entre forças envolvidas, com operações de busca e retirada em curso.
Fontes militares e relatos da imprensa indicam que houve resgate do piloto do A-10, enquanto outras tripulações seguem sob investigação e buscas por sobreviventes continuam.
No fechamento da introdução, é necessário considerar as fontes oficiais e relatos ainda não totalmente confirmados, conforme informação divulgada pelo g1
Detalhes do incidente e resgates
Segundo informações do “New York Times”, o piloto da aeronave era o único tripulante e foi resgatado. Fontes militares citadas pelo “The New York Times” confirmaram a queda do avião, mas não especificaram as circunstâncias que levaram ao incidente.
O A-10 é o segundo avião dos EUA que caiu no dia. Mais cedo, um caça modelo F-15E, tripulado com dois oficiais, foi derrubado por forças iranianas na porção central do território iraniano, forçando os militares a ejetar, Até o momento, apenas um dos pilotos do caça foi resgatado.
Durante as buscas, dois helicópteros Blackhawk também foram atingidos por fogo iraniano, mas conseguiram sair do espaço aéreo do país, disseram dois oficiais americanos à agência de notícias Reuters, o que complica a operação de socorro e aumenta o risco operacional na região.
O A-10 Thunderbolt II, missão e capacidades
O A-10 Thunderbolt II é especializado em suporte aéreo, segundo a descrição técnica divulgada nas apurações, Ele dispõe de um canhão de 30 mm e pode carregar até 7,2 mil toneladas de armamentos.
O modelo começou a ser desenvolvido nos anos 1970 e entrou em operação em 1977, Com o tempo, foi modernizado, dando origem ao A-10C, que tem sistemas mais avançados, como armas guiadas por GPS e sensores modernos.
O A-10 opera na região desde o início da Operação Epic Fury, O general Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto, confirmou que os A-10 Warthog estão “envolvidos em todo o flanco sul, caçando e destruindo embarcações de ataque rápido no Estreito de Ormuz”.
Repercussão, posicionamentos e próximos passos
Até o momento da publicação dessa reportagem, não houve comentário público do CENTCOM, o centro de comando militar norte-americano, o que mantém dúvidas sobre a versão oficial dos Estados Unidos e o detalhamento das ações que levaram às quedas.
Analistas apontam que a sequência, com um F-15E abatido, o A-10 derrubado e helicópteros atingidos, pode elevar o risco de escalada militar na região e forçar consultas diplomáticas e militares entre aliados.
Enquanto as autoridades confirmam resgates e operações de retirada, a prioridade imediata é checar a condição dos tripulantes, preservar evidências e evitar novos confrontos, com monitoramento internacional sobre o desenrolar dos fatos.
