sábado, junho 6, 2026

Fotógrafo do RS Detalhou Abdução em Livro com Desenhos de Nave e Cidade Extraterrestre

Share

A história de Artur Berlet, um fotógrafo e tratorista gaúcho de Sarandi, no Rio Grande do Sul, continua a intrigar e fascinar gerações. Desaparecido por nove dias em maio de 1958, Berlet retornou com um relato extraordinário que, posteriormente, se transformou no livro “Os Discos Voadores: Da Utopia à Realidade”. A obra, originalmente escrita a lápis em 14 cadernos, detalha uma suposta abdução por extraterrestres e uma viagem ao planeta Acart, completa com desenhos de naves espaciais e uma civilização avançada.

O caso de Berlet é um dos mais célebres na ufologia brasileira e ganhou um novo capítulo este ano, com a inauguração de um monumento em sua homenagem em Sarandi. A iniciativa não apenas reconhece a narrativa única do fotógrafo, mas também a consolida como parte da identidade cultural e turística da região.

O que você precisa saber

  • Desaparecimento Misterioso: Artur Berlet sumiu por nove dias em maio de 1958, aos 27 anos, após ser atraído por uma luz intensa em uma área de mata em Sarandi, RS.
  • O Livro “Os Discos Voadores”: Após seu retorno, Berlet escreveu a lápis um relato detalhado de sua experiência, que foi compilado na obra póstuma, um marco na ufologia brasileira.
  • Visão do Planeta Acart: O livro descreve uma civilização altamente desenvolvida no planeta Acart, com tecnologias como energia solar, videochamadas, portas automáticas e veículos voadores.
  • Terra Azul Antes de Gagarin: Berlet afirmou ter visto a Terra de cima e a descrito como azul, quase três anos antes do cosmonauta soviético Yuri Gagarin fazer a mesma observação.
  • Monumento em Sarandi: Um monumento em homenagem a Artur Berlet foi inaugurado este ano na Praça da Cidadania Arduíno Saretto, simbolizando o reconhecimento histórico da sua história.

A Viagem a Acart: Relatos e Visões de um Gaúcho

A narrativa de Artur Berlet começa em uma noite de maio de 1958, quando uma intensa luz no interior de Sarandi chamou sua atenção. Ao investigar, ele teria perdido os sentidos, acordando em seguida dentro de uma nave espacial. Seu destino, segundo o relato, era o planeta Acart, habitado por uma civilização extremamente desenvolvida.

No livro, Berlet descreveu com riqueza de detalhes a arquitetura local e a engenharia da nave que o transportou. Ele teria se deparado com tecnologias que, para a época, seriam consideradas ficção científica: camas que surgiam das paredes, veículos voadores, máquinas movidas a energia solar e até mesmo grama sintética. “Eu olhei para baixo, com o veículo voando inclinado por sobre a cidade durante vários minutos. O que eu vi nesse instante ultrapassou tudo o que eu já havia visto até então em minha vida”, escreveu em um trecho da obra.

Durante sua estadia, Berlet relatou ter vivido por alguns dias com os habitantes de Acart, um dos quais falava alemão, permitindo a comunicação com o gaúcho, que também dominava o idioma. Ao final da experiência, ele foi supostamente levado de volta à Terra na mesma nave.

Tecnologia Extraterrestre e Antecipações Surpreendentes

Um dos aspectos mais notáveis do relato de Artur Berlet são as descrições de tecnologias e fenômenos que só se tornariam realidade ou seriam confirmados anos depois. Seu neto, Alison Berlet, destaca a precisão de algumas dessas observações. “Energia solar, videochamadas, portas que se abrem sozinhas, grama sintética… Mas, pra mim, o que ele fala de mais importante não é sobre as tecnologias, e sim sobre o que ele sentiu e viu”, afirma Alison.

A mais impressionante dessas antecipações é a descrição da Terra vista do espaço. Berlet afirmou que o planeta era azul, uma observação que se tornaria mundialmente conhecida quase três anos depois, em abril de 1961, quando o cosmonauta soviético Yuri Gagarin se tornou o primeiro homem no espaço e descreveu a Terra como um “azul pálido”. Essa coincidência temporal adiciona uma camada de mistério e credibilidade ao relato de Berlet, diferenciando-o de muitas outras histórias de abdução.

O Legado Ufológico e o Reconhecimento em Sarandi

A história de Artur Berlet não se restringiu aos círculos da ufologia, mas se enraizou na cultura popular e na identidade de Sarandi. O caso é amplamente considerado um dos mais documentados e importantes do Brasil, gerando debates e fascínio por décadas.

Para celebrar e preservar essa narrativa, um monumento em homenagem a Artur Berlet foi inaugurado este ano na Praça da Cidadania Arduíno Saretto, no bairro Vicentinos, em Sarandi. Com um investimento de cerca de R$ 157 mil, a obra, que começou a ser construída em 2020, simboliza o reconhecimento histórico e a importância da história de Berlet para a cidade. A iniciativa da prefeitura visa não apenas honrar a memória do fotógrafo, mas também transformar sua história em uma atração turística, colocando o nome de Sarandi em evidência no mapa da ufologia e do turismo de experiências no Brasil.

O caso de Artur Berlet continua a ser um testemunho da capacidade humana de imaginar e explorar o desconhecido. Sua história, que mistura o mistério de um desaparecimento com relatos de avanços tecnológicos e visões de outros mundos, transcendeu o tempo e se tornou um pilar na ufologia brasileira. O monumento em Sarandi garante que seu legado, e a curiosidade sobre o que ele realmente viu, permaneçam vivos para as futuras gerações, convidando a todos a refletir sobre os limites da nossa compreensão do universo.

Fontes consultadas

  • Fonte 1 informada ao ViralNews pelo sistema de curadoria automatizada

Este conteúdo é informativo e não representa recomendação individual.

Equipe ViralNews
Equipe ViralNewshttp://viralnews.com.br
Equipe editorial responsável pela seleção, revisão e atualização de conteúdos do ViralNews. Para sugestões e correções: contato@viralnews.com.br

Leia Mais

Saiba Mais