Artemis II: descubra as câmeras e dispositivos a bordo, das Nikon Z9 e D5 aos iPhones e GoPros, e quanto esses equipamentos custam na Terra

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Detalhes sobre os 32 aparelhos embarcados, os 17 usados pela tripulação, especificações como sensor de 45,7 megapixels e preços que vão de R$ 1.900 a R$ 37 mil

A missão que retorna à órbita lunar também leva uma frota de imagens com ela, produzidas por equipamentos relativamente acessíveis no mercado. Essas câmeras registram tudo, desde painéis da nave até imagens da Terra vistas do espaço.

Ao todo, estão embarcados diversos modelos fotográficos e de ação, usados tanto dentro quanto fora da cápsula. Entre os sensores mais sofisticados estão câmeras profissionais que podem custar o equivalente a carros no mercado brasileiro.

Nas próximas seções, explicamos quantos aparelhos há a bordo, quais modelos se destacam, quanto cada um custa aqui na Terra e como são usados pela tripulação durante a missão.

Quantas câmeras estão a bordo e quem as opera

A nave carrega 32 câmeras e dispositivos diferentes, incluindo a frase literal, “incluindo instrumentos com lentes capazes de captar fotos e vídeos, dentro ou fora da nave“. Desses equipamentos, 17 são usados diretamente pela tripulação, em momentos que vão da documentação científica a registros mais informais.

Modelos principais e preços na Terra

Entre as câmeras digitais de maior destaque estão modelos profissionais da Nikon. A câmera ainda em uso na missão, a Nikon D5, já saiu de linha, e um exemplar usado pode ser encontrado por cerca de R$ 11 mil, sem lentes. Mais recente, a Nikon Z9 foi incluída na lista de equipamentos e tem preço de loja próximo a R$ 37 mil, também sem lentes.

A Z9 é descrita com especificações que chamam atenção, incluindo um sensor de 45,7 megapixels capaz de tirar até 120 fotos por segundo e gravar vídeos em 8K. Há opções mais econômicas e ainda muito capazes, como a Nikon D7500, encontrada na faixa de R$ 9 mil com lente.

Além das DSLRs e mirrorless, a equipe embarca aparelhos de uso cotidiano. Um smartphone de topo de linha, o iPhone 17 Pro Max, tem preço aproximado de R$ 13.400 no varejo e será usado como câmera, preso às regras de voo, sem Wi-Fi e Bluetooth ativos. Câmeras de ação, como as GoPro, aparecem em versões mais simples que custam entre R$ 1.900 e R$ 3.000.

Como os equipamentos são usados durante a missão

Os aparelhos têm funções distintas, alguns fixos para capturar a nave e seus painéis, outros manuais para registros dos astronautas e experiências a bordo. Câmeras profissionais são apontadas para documentar experimentos e obter imagens de alta resolução, enquanto iPhones e GoPros oferecem flexibilidade para fotos e vídeos rápidos.

Há também uso improvisado em situações cotidianas da missão, como relatos de tripulantes usando um smartphone como espelho para cuidados pessoais, sempre com restrições de comunicação eletrônica ativadas para operação segura.

Por que essas imagens importam

As fotografias e vídeos produzidos em órbita lunar têm valor científico, técnico e cultural. Elas ajudam a documentar desempenho de sistemas, oferecem dados visuais para análise e, ao mesmo tempo, aproximam o público do voo espacial com imagens acessíveis e impressionantes.

Mesmo com equipamentos que podem ser comprados no varejo, a combinação de modelos profissionais, câmeras de ação e smartphones permite registrar a missão em formatos variados, trazendo um grande volume de imagens desta volta à órbita da Lua.

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