Imagem da Terra vista pela missão Artemis II registra Brasil encoberto por nuvens, oceano Atlântico ao centro, trechos da África e da Península Ibérica, e auroras nos polos
A foto publicada pela Nasa mostra uma porção do leste do Oceano Atlântico, com o Brasil parcialmente coberto por nuvens, e áreas visíveis do continente africano e da Península Ibérica.
Nas extremidades do registro, é possível observar luzes de aurora sobre os polos, um detalhe que destaca as regiões polares no enquadramento feito pela tripulação.
Trata-se da primeira imagem da Terra divulgada na missão, e a publicação ocorreu nesta sexta-feira, conforme informação divulgada pelo g1
O que aparece na fotografia
Na fotografia, o Brasil aparece em um trecho coberto por nuvens, o que dificulta a visualização de detalhes do território, enquanto o Oceano Atlântico ocupa a área central da imagem. Também são identificáveis partes do continente africano e da Península Ibérica, e nas extremidades há faixas de luz associadas às auroras, que marcam os polos.
Por que o planeta parece invertido
A orientação da imagem resulta da posição da nave e do ângulo da câmera no momento do registro, por isso o planeta aparece de cabeça para baixo se comparado às fotos terrestres mais comuns. Essa inversão é uma questão de perspectiva, e não altera as informações sobre o que foi capturado.
Repercussão nas redes e comparação com mapa do IBGE
Internautas apontaram que a imagem se assemelha com o mapa-múndi invertido lançado em 2025 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que mostra o Brasil no centro do mapa. A semelhança chamou atenção por reforçar a sensação de centralidade do país no enquadramento, mesmo que a posição seja resultado do enquadramento da câmera.
Crédito e contexto da missão
A foto foi assinada por Reid Wiseman, da Nasa, e integra o conjunto de imagens e registros compartilhados pela tripulação da Artemis II. A divulgação amplia o acompanhamento público da missão, ao mesmo tempo em que suscita curiosidade sobre como o planeta é visto a partir de trajetórias além da órbita baixa.
