Guarda Revolucionária do Irã ameaça atacar empresas americanas no Oriente Médio, lista 18 alvos como Microsoft, Google, Apple, Tesla e Boeing

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Comunicado da Guarda Revolucionária do Irã anuncia bombardeios contra grandes empresas norte-americanas no Oriente Médio, com aviso para funcionários e moradores evacuarem

A Guarda Revolucionária do Irã publicou um comunicado listando 18 empresas americanas e estrangeiras como possíveis alvos de bombardeio no Oriente Médio, e afirmou que ataques podem começar às 20h desta quarta-feira (1º) em Teerã, 13h30 no horário de Brasília.

No texto, a força militar iraniana disse, entre outras afirmações, “Vocês ignoraram nossos repetidos alertas e, hoje, vários cidadãos iranianos foram martirizados em ataques terroristas perpetrados por vocês e seus aliados israelenses. Em resposta a essas operações, de agora em diante, as principais instituições atuantes em operações terroristas serão nossos alvos legítimos. Aconselhamos os funcionários dessas instituições a deixarem seus locais de trabalho imediatamente, para sua própria segurança. Os moradores das áreas próximas a essas empresas terroristas, em todos os países da região, também devem evacuar em um raio de um quilômetro e procurar um local seguro”.

As informações acima foram divulgadas pela imprensa brasileira, conforme informação divulgada pelo g1

Quais empresas foram citadas como alvo

O comunicado da Guarda Revolucionária do Irã lista 18 organizações, entre as quais estão, segundo o texto, Boeing, G42, Spire Solutions, GE, Tesla, JP Morgan, Nvidia, Palantir, Dell, IBM, Meta, Google, Apple, Microsoft, Oracle, Intel, HP e Cisco. O anúncio ressalta que essas instituições seriam “alvos legítimos” em retaliação, e aconselha funcionários e moradores a evacuarem a área.

Alegações de ataques a bases dos EUA na região

Além da lista de empresas, a Guarda afirmou ter bombardeado duas instalações militares dos Estados Unidos na região, uma próxima à base aérea de Al Minhad, nos Emirados Árabes Unidos, e um alojamento de tropas no Bahrein. Segundo a força iraniana, a instalação perto de Al Minhad foi identificada e destruída, e “antes do impacto, cerca de 200 oficiais e comandantes americanos estavam vivos no local”.

Até a última atualização das reportagens citadas, não havia confirmação por parte dos Estados Unidos, dos Emirados Árabes Unidos ou do Bahrein sobre os ataques relatados pelo Irã. O secretário da Guerra dos EUA, Pete Hegseth, disse em coletiva que presenciou seu Exército abatendo dois mísseis disparados pelo Irã contra “uma sala cheia de oficiais reunidos”, sem detalhar onde ocorreu o episódio.

Risco para civis e resposta internacional

O comunicado e as alegações de ataques aumentam a tensão, porque, além de mirarem instalações militares, a Guarda Revolucionária do Irã passou a incluir grandes empresas tecnológicas e financeiras na lista de alvos. Ao recomendar evacuação em raio de um quilômetro, o texto reconhece o potencial de danos a áreas civis próximas, o que eleva as preocupações humanitárias e de segurança regional.

Autoridades e analistas ressaltam que reivindicações de ataques em zonas de conflito nem sempre são verificadas de imediato, e que a confirmação por fontes independentes e oficiais é necessária para avaliar magnitudes e consequências. Enquanto isso, empresas citadas e governos da região tendem a revisar alertas e medidas de proteção para funcionários e instalações.

O que acompanhar nas próximas horas

Nos próximos passos, é importante observar comunicações oficiais dos governos envolvidos, notas das empresas citadas e qualquer confirmação de danos ou vítimas por fontes independentes. Também vale monitorar alertas de segurança para trabalhadores e residentes na região, e declarações de aliados dos Estados Unidos sobre eventuais medidas de defesa ou retaliação.

Em meio às afirmações da Guarda Revolucionária do Irã, a situação permanece fluida, e as informações precisam ser checadas e atualizadas por agências e autoridades competentes.

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